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Monthly Archives: December 2013

Jardim Maianga (Zona Verde)

Jardim Maianga

PROJECTO– Jardim Maianga (Zona verde)

DATA/ LOCAL– 2008, Luanda, Angola

ESTADO – Estudo Prévio, Proposta

FUNÇÃO – Urbano, Cultura

AREA/ PROGRAMA– 10 Ha,

  • Edificio multiusos (500 lugares),
  • Estufa, 3 Módulos Instalações
  • Instalações Sanitárias
  • Balneários

ARQUITECTURA + PAISAGISMO – FORM, Francisco Fontes

O projecto de remodelação do jardim vem dinamizar, valorizar e modernizar um lugar previlegiado de lazer e cultural, no centro de Luanda. O jardim é simultaneamente enriquecido com novos jogos de contrastes de ambiências. Clareiras luminosas e bosques sombrios são interligados por percursos que se animam pelo desvendar de sucessivos recantos secretos. Os novos edificios de apoio fundem-se com o jardim. O edificio multiusos, nasce da terra, com cobertura em calote esférica, recortada triangularmente, ligada ao solo nos seus 3 vértices, onde se localizam os acessos principais. A sala de 500 lugares adapta-se a variados eventos – espectáculos de teatro, de música ou de dança, a cinema ou a conferências. Uma estufa, contígua ao edifcio, dá continuidade à forma esférica que o gerou e possibilita a extensão do foyer e da cafetaria. Com um conceito formal muito idêntico, irrompem outros 4 edificios que se distribuem estrategicamente pelo jardim. Três núcleos de instalações sanitárias, e um quarto destina-se a balneários, apoiando os campos desportivos existentes.

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Quinta do Pilar

Quinta do Pilar

PROJECTO– Moradia unifamiliar

DATA/ LOCAL– 2005, Quinta do Pilar, Azambuja, Portugal

ESTADO –  Construido

FUNÇÃO – Habitação

AREA/ PROGRAMA – 260m2, T5

ARQUITECTURA + DESIGN– FORM, Francisco Fontes

Integrãmos um moderno conceito de casa no pátio da quinta detentor de uma forte presença de arquitectura tradicional. Trabalhámos na charneira entre duas realidades distintas – a dimensão humana do pátio, e a íntimidade da natureza, proporcionada pelo bosque na encosta contígua. A intervenção desenvolve-se a partir da metamorfose de um volume existente que se manteve. A cobertura original com duas águas transforma-se numa abóbada, passando por um conóide, cuja torção funde a cobertura com a fachada. Nas fachadas, a métrica dos vãos cresce progressivamente até que uma das membranas de vidro se solta da fachada e se enrola debaixo da cobertura, abraçando a ampla sala abobadada. O seu interior funde-se com o hall, cuja demarcação se obtém apartir de duas paredes giratórias circulares. A maior desloca-se e roda, pela sala, possibilitando múltiplas configurações na sua apropriação. A zona privada da casa é compartimentada por secções transversais de onde resultam volumes altos, delimitados pelos troços do conóide que dão forma aos tectos. Simultaneamente, a relação interior com os vãos é afectada, oferecendo novos desenhos luminicos.

Habitacional0 comments

Escola Superior de Enfermagem Calouste Gulbenkian – Ampliação

Escola Superior de Enfermagem Calouste Gulbenkian

PROJECTO– Escola Superior Enfermagem Calouste Gulbenkian – AmpliaçãoDATA/ LOCAL– 2004, Lisboa, Portugal

ESTADO – Concurso, convite

FUNÇÃO – Educação

AREA/ PROGRAMA– 1200m2,

  • salas de aula, anfiteatro, laboratório, gabinetes de docentes, duas salas multiusos

ARQUITECTURA– FORM, Francisco Fontes

A ampliação neste edificio universitário dos anos 70. que visa a adição de dois pisos, procura atenuar a percepção volumétrica do seu crescimento, através do rebatimento das duas fachadas que se fundem num monobloco abobadado. Deste modo, pilares e vãos de uma fachada, são prolongados e unidos, em arco, aos da fachada oposta. Simultaneamente repete-se a métrica, ritmos e dimensionamentos, que contribuem para o equilibrio da integração desta intervenção contemporânea com a pré-existente. As fachadas arqueadas são sombreadas por “brises-soleil” exteriores, à mesma cor de chumbo do revestimento da cobertura. Com o fecho dos elementos de obscurcimento obtém-se uma leitura única e contínua de toda a superfície curva da cobertura. No terceiro andar localizam-se as cinco salas de aula, o anfiteatro semi-circular, o laboratório, a sala de demonstrações elítica e gabinetes de docentes. No quarto e último piso situam-se os 16 gabinetes de trabalho e as duas salas multiusos com acesso ao terraço.

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Complexo Multifuncional

Complexo Multifuncional

PROJECTO–  Complexo multifuncional

DATA/ LOCAL– 2006, Luanda, Angola

ESTADO –  Estudo Prévio – Proposta

FUNÇÃO – Multifuncional

AREA/ PROGRAMA– 60.000m2,

  • Centro comercial 33.300m2 -120 lojas, 8 cinemas, healthclub, restauração, clube nocturno, funpark,
  • Centro Artes Performativas 10.000m2 – bastidores + anfiteatro (5000 lugares),
  • Torre Escritórios + Habitação 7.750m2 (11 pisos)
  • Estacionamento 13.000m2 (500 lugares)

ARQUITECTURA– FORM, Francisco Fontes

Duas laminas de betão armado unidas por uma pele transparente em vidro, ondulam no terreno, sombreando uma enorme praça pública. O anfiteatro, com cobertura retráctil, rompe o núcleo do edificio, unindo o terraço panorâmico à praça. Daqui, uma ponte rampeada “eleva”-nos até ao centro comercial. Composto por 7 pisos a circundarem o anfiteatro, o 1º desenvolve-se sobre uma suave rampa ondulada. Estrategicamente localizadas, as lojas âncora são unidas por um corredor anelar, onde proliferam todas as outras lojas. A meio percurso, o corredor funde-se numa praça central, concentrando um núcleo de acessos verticais, com amplas aberturas nas lajes, que transparecem relações visuais entre pisos, reforçando a continuidade comercial. Apartir do 4º piso, a cobertura arqueada separa o edificio em duas zonas, com grandes superficies envidraçadas viradas para a cidade e com amplos terraços sobre o anfiteatro. A Norte, o HealthClub expande-se até ao 6º piso, e a Sul, a área de Restauração e de lazer, desenvolve-se até ao 7º piso. Uma torre panorâmica cilindrica, de 12 pisos, rompe o edifico principal. Com acessos verticais no centro, organizam-se radialmente e versatilmente 3 fracções por piso. Os escritórios localizam-se nos primeiros pisos e, nos mais elevados, situam-se amplos apartamentos de luxo (T2 a T4 em duplex), com terraços panorâmicos.

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Ponte Museu

Ponte Museu

PROJECTO– Ponte Museu

DATA/ LOCAL– 2006, Veneza, Itália

ESTADO – Concurso

FUNÇÃO – Urbano, Cultura

AREA/ PROGRAMA– 1500m2,

  • Ponte,
  • Salas exposição permanente e temporárias,
  • Planoteca,
  • Serviços,
  • Cafetaria,
  • Cais

ARQUITECTURA– FORM, Francisco Fontes

Este inovador conceito de Ponte Museu vem dinamizar a vivência da cidade ao permitir não só um atravessamento espacialmente interessante, como também acrescentar-lhe uma função cultural e viva que convide a atravessar, a estar e a permanecer num espaço contemporâneo que reflita a história da cidade. No seu atravessamento, revelam-se, progressivamente, novos ambientes interiores e novos enquadramentos (emoldurados por silhuetas curvilíneas) da paisagem envolvente. 2 praças pauseam o percurso sinuoso e delas nasce o museu, no prolongamento do átrio. Subindo um piso, acede-se a um amplo espaço expositivo que, estendendo-se entre as duas margens, vive simultaneamente a ondulação volumétrica geradora de ambientes e espaços distintos mas contínuos. No maior e na sua cota mais elevada, debruça-se sobre esta sala, a cafetaria panorâmica.

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Sede da AMI

Sede da AMI

PROJECTO– Edificio Sede AMI – Assistência Médica Internacional

DATA/ LOCAL– 2008, Carcavelos, Cascais, Portugal

ESTADO – Concurso

FUNÇÃO – Serviços, Educação

AREA/ PROGRAMA – 9.000m2,

  • Serviços,
  • Auditório,
  • Museu,
  • Cafetaria,
  • Creche

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

A proposta assenta num conjunto edificado composto por cinco elementos dispostos de forma radial sobre um núcleo de acessos principal, sugerindo a forma de uma mão aberta que agarra o terreno. Dos intersticios entre os “dedos”, abrem-se praças públicas, e usufrui-se de jogos de luz e de vistas, optimizando a relação entre o espaço exterior e interior. Uma lâmina encarnada, de betão, estrutura o edificio, serpenteando os seus 5 corpos, junto aos alçados, onde abraça “caixas” que se projectam do edifício. Interiormente estes dois elementos rompem os amplos open-spaces, criando uma maior dinâmica nestes espaços. No piso térreo, apartir do amplo átrio da entrada principal, faz-se a distribuição radial para a Recepção, Auditório, Museu, Cafetaria e núcleo central de acessos verticais que une todos os 5 pisos. No Piso 1, um segundo acesso ao edificio permite aceder à zona administrativa da sede e simultanemanete à creche instalada num corpo independente. No Piso 2 situa-se a administração da Sede e respectivos serviços de apoio. De ambos os pisos, acede-se aos terraços nas coberturas dos pisos inferiores, onde a “serpentina” ganha novo protagonismo, assumindo-se simultaneamente como guarda de protecção e como amplos bancos de descanso.

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