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Category Archives: Cultural

SEOUL

SEOUL

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

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CAL

CAL

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

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Jardim Maianga (Zona Verde)

Jardim Maianga

PROJECTO– Jardim Maianga (Zona verde)

DATA/ LOCAL– 2008, Luanda, Angola

ESTADO – Estudo Prévio, Proposta

FUNÇÃO – Urbano, Cultura

AREA/ PROGRAMA– 10 Ha,

  • Edificio multiusos (500 lugares),
  • Estufa, 3 Módulos Instalações
  • Instalações Sanitárias
  • Balneários

ARQUITECTURA + PAISAGISMO – FORM, Francisco Fontes

O projecto de remodelação do jardim vem dinamizar, valorizar e modernizar um lugar previlegiado de lazer e cultural, no centro de Luanda. O jardim é simultaneamente enriquecido com novos jogos de contrastes de ambiências. Clareiras luminosas e bosques sombrios são interligados por percursos que se animam pelo desvendar de sucessivos recantos secretos. Os novos edificios de apoio fundem-se com o jardim. O edificio multiusos, nasce da terra, com cobertura em calote esférica, recortada triangularmente, ligada ao solo nos seus 3 vértices, onde se localizam os acessos principais. A sala de 500 lugares adapta-se a variados eventos – espectáculos de teatro, de música ou de dança, a cinema ou a conferências. Uma estufa, contígua ao edifcio, dá continuidade à forma esférica que o gerou e possibilita a extensão do foyer e da cafetaria. Com um conceito formal muito idêntico, irrompem outros 4 edificios que se distribuem estrategicamente pelo jardim. Três núcleos de instalações sanitárias, e um quarto destina-se a balneários, apoiando os campos desportivos existentes.

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Ponte Museu

Ponte Museu

PROJECTO– Ponte Museu

DATA/ LOCAL– 2006, Veneza, Itália

ESTADO – Concurso

FUNÇÃO – Urbano, Cultura

AREA/ PROGRAMA– 1500m2,

  • Ponte,
  • Salas exposição permanente e temporárias,
  • Planoteca,
  • Serviços,
  • Cafetaria,
  • Cais

ARQUITECTURA– FORM, Francisco Fontes

Este inovador conceito de Ponte Museu vem dinamizar a vivência da cidade ao permitir não só um atravessamento espacialmente interessante, como também acrescentar-lhe uma função cultural e viva que convide a atravessar, a estar e a permanecer num espaço contemporâneo que reflita a história da cidade. No seu atravessamento, revelam-se, progressivamente, novos ambientes interiores e novos enquadramentos (emoldurados por silhuetas curvilíneas) da paisagem envolvente. 2 praças pauseam o percurso sinuoso e delas nasce o museu, no prolongamento do átrio. Subindo um piso, acede-se a um amplo espaço expositivo que, estendendo-se entre as duas margens, vive simultaneamente a ondulação volumétrica geradora de ambientes e espaços distintos mas contínuos. No maior e na sua cota mais elevada, debruça-se sobre esta sala, a cafetaria panorâmica.

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