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Category Archives: Habitacional

Sto Estevão

Sto Estevão

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

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Mola Aveiras

Mola Aveiras

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

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AOMORI

AOMORI

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

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Belém

Belém

PROJECTO – Habitação Unifamiliar – Triplex

DATA/ LOCAL – 2003, Belém, Lisboa

ESTADO – Ante-Projecto – Proposta

FUNÇÃO – Habitação

AREA/ PROGRAMA – 80m2, T2

ARQUITECTURA – FORM, Francisco Fontes

Como valorização arquitectónica, urbanística e ambiental do lugar, assumimos o Contemporâneo em equilíbrio e harmonia com o Passado. Interpretámos a linguagem arquitectónica da envolvente histórica, e dissolvemo-la até ao essencial. Na fusão dos planos, arqueámos a cobertura e chanfrámo-la com as duas fachadas. Desligámo-la parcialmente para criar uma mansarda, e neste desencontro, abrimos um vão em “guelra”, virado para sul e para o rio. No piso térreo dividimos as paredes e curvámo-las em várias direcções. Configurámos a sala e a cozinha, e ligámo-las à escada. Com características umbilicais, ela une e optimiza todo o espaço. Uma leve estrutura helicoidal, serpenteia-nos pelo âmago do edifício, que progressivamente se torna mais íntimo. No 1º andar, acolhemos a escada com um anel cilíndrico, e separamos o quarto da i.s. Um pequeno óculo de luz zenital impulsiona a subida, por uma manga até ao sótão. Assumimo-la aqui como um objecto quase escultórico que possibilita múltiplas utilizações.

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Quinta do Pilar

Quinta do Pilar

PROJECTO– Moradia unifamiliar

DATA/ LOCAL– 2005, Quinta do Pilar, Azambuja, Portugal

ESTADO –  Construido

FUNÇÃO – Habitação

AREA/ PROGRAMA – 260m2, T5

ARQUITECTURA + DESIGN– FORM, Francisco Fontes

Integrãmos um moderno conceito de casa no pátio da quinta detentor de uma forte presença de arquitectura tradicional. Trabalhámos na charneira entre duas realidades distintas – a dimensão humana do pátio, e a íntimidade da natureza, proporcionada pelo bosque na encosta contígua. A intervenção desenvolve-se a partir da metamorfose de um volume existente que se manteve. A cobertura original com duas águas transforma-se numa abóbada, passando por um conóide, cuja torção funde a cobertura com a fachada. Nas fachadas, a métrica dos vãos cresce progressivamente até que uma das membranas de vidro se solta da fachada e se enrola debaixo da cobertura, abraçando a ampla sala abobadada. O seu interior funde-se com o hall, cuja demarcação se obtém apartir de duas paredes giratórias circulares. A maior desloca-se e roda, pela sala, possibilitando múltiplas configurações na sua apropriação. A zona privada da casa é compartimentada por secções transversais de onde resultam volumes altos, delimitados pelos troços do conóide que dão forma aos tectos. Simultaneamente, a relação interior com os vãos é afectada, oferecendo novos desenhos luminicos.

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